Horta na sapateira??
Você não tem espaço para fazer uma hortinha?
Que tal fazer uma horta usando uma sapateira como base? Será possível?

Parece… acho que vou tentar!!!
Você não tem espaço para fazer uma hortinha?
Que tal fazer uma horta usando uma sapateira como base? Será possível?

Parece… acho que vou tentar!!!
Aplausos para a 1900 pizzaria de São Paulo.
Como o objetivo de diminuir a utilização de sacolas plásticas no seu delivery de garrafas pet, eles desenvolveram o Pega Pet, uma alça de papel kraft que serve para carregar garrafas de refrigerantes, sucos e águas.
Vejam só como a criatividade pode ajudar, e muito, o meio ambiente…

Além disso, também utilizam embalagens de papel para viagem e entregas, além de material reciclado nas caixas de pizza.

Parabéns pela iniciativa!

“O que é a Praça Victor Civita?
Um espaço de reflexão, inspiração e informação sobre as questões ambientais e urbanas, originadoa partir da revitalização de uma área urbana degradada.
Gerida pelo Instituto Abril, em parceria com a Subprefeitura de Pinheiros, a comunidade, o Itaú,a Even Construtora e a Petrobras,a Praça Victor Civita tem como objetivo tornar-se um ponto de alerta e referência para as questões ambientais, sem deixar de ser um espaço de integração e divertimento. Este Espaço Aberto da Sustentabilidade nada mais é do que um belo complexo dotado de equipamentos e programas de lazer, educação e cultura. A diferença com relação às praças e parques convencionais está no fato de que as atividades desenvolvidas na Praça Victor Civita fazem menção à educação ambiental.
Deste modo, ao fazer seu passeio, cooper ou ginástica, o visitante pode refletir sobre a preservação ambiental e as formas de reabilitação empregadas na área, de forma que compreenda seu papel na preservação do planeta.
A Praça Victor Civita-Espaço Aberto da Sustentabilidade é resultado de um termo de cooperação firmado entre a Prefeitura do Município de São Paulo e a Editora Abril em fevereiro de 2007. Os primeiros esboços do projeto, contudo, datam de 2001, quando foi assinado um protocolo de intenções entre o governo municipal e a Editora, originando uma parceria para viabilizar a revitalização do terreno localizado na Rua do Sumidouro.
O projeto físico compreende um deck de madeira legalizada, de diferentes espécies brasileiras (ipê, garapa e sucupira). Além de pista de caminhada, o deck serve como proteção para que os visitantes não entrem em contato direto com as áreas de solo contaminado. Trata-se de uma solução pioneira no Brasil, baseada em modelos internacionais. O projeto prevê a resistência necessária para receber um alto fluxo de pessoas, já que a Praçaé aberta diariamente, das 7h às 19h,com atividades gratuitas para a comunidade e visitas escolares.
Do lixo ao luxo…
Toneladas de resíduos foram processadas por mais de 40 anos no local onde hoje se localiza a Praça Victor Civita
O terreno de 13. 648 m2 que abriga a Praça Victor Civita, na Rua do Sumidouro, bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, encontra-se contaminado por metais pesados, além de outras substâncias tóxicas, resultantes da queima de resíduos domiciliares e hospitalares realizada no local entre os anos de 1949 e 1989. Cerca de 200 toneladas de lixo eram processadas diariamente no local, em duas câmaras de combustão.
Até o final de 2006, uma cooperativa de reciclagem, a Coopervivabem, fazia o trabalho de triagem de material no prédio do incinerador, sem máscaras, luvas ou qualquer proteção contra a contaminação da área. Após este período os cooperados foram transferidos para uma nova sede, na Vila Leopoldina.
Em 2001, a Prefeitura Municipal de São Paulo ofereceu o terreno para que o Grupo Abril implantasse uma praça pública. Mas os primeiros estudos feitos na área apontaram a presença de furanos e dioxinas acima dos níveis aceitáveis, o que levou os órgãos públicos responsáveis (Cetesb e Secretaria do Verde e Meio Ambiente, com apoio da GTZ) juntamente com as equipes da Abril responsáveis pelo projeto a encontrarem uma solução economicamente viável e ecologicamente sustentável para reabilitar a área para uso público, sem oferecer quaisquer riscos aos visitantes. Em novembro de 2008, a cidade de São Paulo recebeu a Praça Victor Civita – Espaço Aberto da Sustentabilidade.”
E como abril está pra começar, veja AQUI a programação completa do que acontecerá na praça.
Destaque para a Contação de História com a Kiara terra, todos os domingos à 17hs.
“Várias cidades britânicas poderão adotar um esquema para reciclar milhares de toneladas de fraldas descartáveis usadas, transformando-as em produtos que vão de telhas a capacetes para ciclistas. Metano extraído as fraldas é transformado em gás, usado para a geração de energia. A primeira usina, em Birmigham, deverá entrar em operações em meados de 2010, e estão em discussão planos para outras instalações do tipo nas cidades de Manchester, Liverpool e Londres até 2014. A usina de Birmigham, que custa o equivalente a US$ 17 milhões, deverá processar 36 mil toneladas de fraldas descartáveis por ano, de acordo com sua operadora, a empresa canadense Knowaste. As fraldas contém plásticos, fibras, celulose e polímeros absorventes e, de cada tonelada de fraldas reciclada, podem ser extraídos 400 quilos de celulose e 145 metros cúbicos de gás, segundo a Knowaste. Os bebês usam em média mais de 3,6 mil fraldas até que aprendem a usar o banheiro. Estima-se que um total de 800 mil toneladas de fraldas por ano – usadas por bebês e pessoas com incontinência – acabam em aterros sanitários na Grã-Bretanha. Nesses locais, as fraldas podem levar até 500 anos para se decompor, segundo a Knowaste. A empresa ressalta que os produtos criados a partir da reciclagem são seguros de usar. As fraldas que entrarem na usina serão retalhadas e lavadas. A polpa resultante será tratada quimicamente para que sejam desativados o gel absorvente e para a remoção do plástico. A Knowaste já abriu usinas semelhantes no Canadá e na Holanda.” (fonte)
Ótima tática, mas no Brasil não temos nada parecido com isso, e provavelmente não teremos por muito tempo.
E você, vai fazer o que?
Nossa alternativa, por enquanto é a utilização de bens duráveis, ou seja, fraldas de pano, ao invés das fraldas descartáveis…
Calma, calma… as fraldas de pano também evoluiram, e não se trata mais daqueles que provavelmente sua mãe usou com você. hehehe… Veja só!


“Assim que fiquei sabendo, em agosto de 2006, que estava grávida mais uma vez, decidi usar fraldas de pano. Durante a gravidez e no chá de bebê juntei um tanto das comuns que todo mundo conhece e que precisam sempre ser dobradas e tudo o mais. Há poucos anos, em pesquisa pela internet sobre outras coisas, encontrei uma receita de tricô de uma calcinha muito simpática, feita de lã 100% de carneiro, para ser usada sobre as fraldas de pano. Fiz algumas, usei-as, ficaram pequenas, o dia-a-dia me atropelou (tenho mais 3 filhos), não consegui ainda fazer calcinhas maiores e acabei quebrando o galho com calças plásticas mesmo, as comuns.
No meio disso comprei 10 das suas fraldas, e as uso, ou melhor, a Catarina as veste sempre que voltam do processo limpa-seca-passa. São MESMO super práticas e lindas, tenho o maior orgulho de sair com elas na bolsa e poder trocar à vista de quem possa ficar curioso e perguntar a respeito. Aí digo, toda convencida: “São brasileiras (fiz a maior pesquisa na internet e o mercado fora do Brasil de fraldas desse tipo é enorme!) e vieram de Gramado.” O cotidiano com esse tipo de fralda fica muito mais fácil e ainda por cima bonito. Adorei! E a Catarina também parece se sentir muito bem e confortável dentro delas. Achei muito interessante, além disso tudo, que um bebê tão pequeno (ela está com 3 meses agora) já se incomode com fralda molhada e nos avise que quer ser trocada. Penso que essa experiência poderá ajudá-la na hora de treinar para parar de usar fraldas.” (Beth Ossege, Brasília)
Fatos e realidade:
-uma criança utiliza 5500 fraldas durantes seus primeiros 2 anos de vida;
-fraldas levam em média 450 anos em sua decomposição, nos lixões;
- conta-se 5 árvores abatidas para 5500 fraldas descartáveis;
- em média, 2% do lixo recolhido correspondem à fraldas descartáveis (ex o município de SP produz 13.000 toneladas diárias de lixo = 260 toneladas diárias de fraldas descartáveis)
- um bilhão de árvores são usadas, no mundo inteiro, por ano, para suprir a indústria de fraldas. Quanto é mil bilhões de fraldas em termos de volume?
- no processo de branqueamento da polpa de madeira para fabricação do papel, (sendo que este também é utilizado nas fraldas), há liberação de dioxinas. E também caso o lixo plástico (leia-se fraldas descartáveis ídem) seja queimado.
Fraldas de pano com o mesmo formato das descartáveis, é possível? São mais volumosas por serem de pano, mas são laváveis na máquina, resistentes á altas temperaturas e podem ser usadas muitas e muitas vezes. Atendem duas ou 3 crianças na mesma família tranquilamente.
Pense nisso! Mais informações AQUI.
Se você quer ter uma plantinha, hoje em dia existem as formas mais inusitadas possíveis de cultivar seu “vasinho”. Veja só essas alterantivas que eu encontrei xeretando por ai.
1.”Living Necklaces”, colares vivos criados por Paula Hayes.

2. Sound Garden da JVC

É um módulo multidirecional de caixas-de-som e subwoofer alimentados por uma amplificador interno. O Sound Garden é feito com materiais renováveis e tem como um dos principais atrativos servir de vaso de plantas.
3. Vaso BIC

Basta aquecer o envolocro da caneca e construir seu próprio vasinho personalizado.
A.D.O.R.E.I.
Principalmente o colar, pena que não dá pra comprar aqui no Brasil. Mas vale a idéia para os designer de jóia brasileiros.